Isto é um alívio para Edouard Philippe e os seus apoiantes. O prefeito de Le Havre (Seine-Maritime) desde 2010, que fez da reeleição em seu reduto um pré-requisito para sua futura candidatura presidencial, ficou em primeiro lugar no primeiro turno das eleições municipais, domingo, 15 de março, com uma vantagem clara. Ele obteve 43,76% dos votos expressos, mais ou menos a mesma pontuação de 2020.
Seu adversário há seis anos, o candidato do Partido Comunista (PCF) Jean-Paul Lecoq, aparece na segunda posição, com 33,25%, e caiu 2 pontos. O antigo primeiro-ministro apoiado pelo Bloco Central e pelos Republicanos (LR), numa posição favorável, voltará assim a defrontar o deputado comunista, à frente de uma lista sindical com o Partido Socialista (PS) e Os Ecologistas, domingo, 22 de março.
Este primeiro turno é também a confirmação de que o tão anunciado triangular ocorrerá de fato no segundo turno. Franck Keller, candidato da União dos Direitos pela República (UDR) apoiado pelo Rally Nacional (RN), surge na terceira posição e qualifica-se com 15,3% dos votos. Este vereador de Neuilly-sur-Seine (Hauts-de-Seine) que caiu de pára-quedas em Le Havre dobra a pontuação da extrema direita na cidade oceânica em comparação com 2020 (7,31%). Os outros quatro candidatos na primeira rodada são eliminados.
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