O ala francês Louis Bielle-Biarrey evita o ala inglês Cadan Murley durante a partida do Torneio das Seis Nações França-Inglaterra, no Stade de France, em Saint-Denis (Seine-Saint-Denis), em 14 de março de 2026.

O Torneio das Seis Nações de 2026 terá, portanto, sido decidido num pontapé final, uma grande penalidade de 45 metros ligeiramente para a esquerda, cobrada por Thomas Ramos, lateral francês especialista na matéria. Um pouco como uma moeda lançada ao ar, e apenas um lado para triunfar. O relógio marcava três minutos além do tempo regulamentar, sábado, 14 de março, na partida entre França e Inglaterra, quando o atacante do Toulouse partiu. Alguns passos, um golpe tenso, no silêncio do Stade de France. Suspensos na trajetória da bola, os 79 mil espectadores presentes no recinto de Saint-Denis (Seine-Saint-Denis) rugiram rapidamente quando o oval passou entre os postes ingleses.

A libertação: os jogadores de Fabien Galthié acabavam de derrotar o XV de la Rose (48-46) e assim mantiveram o título conquistado em 2025. Uma dobradinha que a seleção masculina atingida pelo galo não conseguia há quase vinte anos (2006 e 2007). “Vá buscar esse pênalti de 14 contra 15 [Demba Bamba a été sanctionné d’un carton jaune à la 72ᵉ minute], É fruto do aprendizado.”acolheu, em conferência de imprensa, o treinador francês que não “não se esquivou do prazer de vencer o torneio pelo segundo ano consecutivo”.

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