Apresentado há algumas semanas no GTC 2025, o “superchip” Vera Rubin da Nvidia já entrou em produção. Destinado à IA, o mundo dos supercomputadores e data centers, este último deverá se materializar em grande escala no final de 2026 – início de 2027.

Aqui está o “Superchip” Vera Rubin da Nvidia // Fonte: Nvidia

Sem descanso para os corajosos, a Nvidia mantém seu rumo e sua marcha frenética em direção ao desempenho bruto dedicado à IA. Menos de um mês após a apresentação do seu “Superchip” Vera Rubin, no GTC 2025 realizado em Washington DC (a poucos passos da Casa Branca, o que também vale a pena destacar), a empresa lançou visivelmente a produção de risco do seu chip XXL, que deverá começar a fornecer grandes supercomputadores e outros centros de dados final de 2026 – início de 2027.

Pelo menos é o que relata hoje o site taiwanês UDN (via WCCFTech), que obtém a informação do próprio Jensen Huang. No âmbito de uma visita a uma das unidades de produção da TSMC em Taiwan, o chefe da Nvidia confirmou que os novos “Superchips” Rubin tinham de facto entrado na fase de produção nas linhas locais da gigante taiwanesa, principal fundador do mundo.

Rubin está no caminho certo…

O que também impressiona é a capacidade de resposta das equipes da Nvidia. Poucos dias antes desta confirmação da entrada em produção dos chips Rubin, Jensen Huang tinha de facto indicado que os primeiros GPUs desta nova família acabavam de ser entregues aos laboratórios da Nvidia. A sua inspecção de “pré-produção” parece, portanto, ter sido particularmente diligente.

Obviamente não sabemos quais volumes de produção são esperados para os chips Rubin, mas podemos apostar que serão substanciais. Recentemente, o presidente da TSMC também havia indicado à imprensa que a Nvidia queria mais bolachas e mais fichas para a sua geração Rubin do que para a Blackwell, sem contudo fornecer números precisos, o segredo industrial obriga. Sabemos, no entanto, que a TSMC pretende aumentar a sua capacidade de produção de 3 nm em 50% para apoiar a produção de futuros chips Nvidia. Um sinal que não engana.

Ao mesmo tempo, sabemos que a marca camaleão também pretende assumir o controle de grande parte da produção mundial de memória HBM4. Este último será utilizado nos “Superchips” Rubin, sendo portanto bastante natural que a empresa já tenha obtido amostras dos principais fabricantes de DRAM. Nada de surpreendente aqui, já que a Nvidia no passado adquiriu o hábito de encomendar sua memória de diferentes fornecedores.

O fato é que o início da produção em massa dos chips Rubin começará um pouco mais tarde, por volta do 3º trimestre de 2026. É hora da TSMC encontrar seu ritmo e da Nvidia vender seus atuais chips Blackwell.


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