Funcionários e suas famílias se reúnem após serem escoltados pelas autoridades até seus carros após um ataque à sinagoga Temple Israel em West Bloomfield, Michigan, em 12 de março de 2026.

Os Estados Unidos estão mais uma vez em guerra no Médio Oriente e, de repente, ressurge o medo de um grande ataque ao seu território. Dois ataques ocorridos na quinta-feira, 12 de março, numa universidade na Virgínia e numa sinagoga no Michigan, sem qualquer ligação estabelecida entre eles nesta fase, serviram para lembrar esta realidade: o país ainda enfrenta um elevado risco terrorista.

O perfil do agressor que abriu fogo no campus da Old Dominion University, em Norfolk, matando uma pessoa e ferindo outras duas, na manhã de quinta-feira, deixa poucas dúvidas sobre seus motivos. Mohamed Bailor Jalloh, ex-membro da guarda nacional, foi anteriormente condenado por aderir à organização Estado Islâmico (EI) e por tentar ajudar a preparar um ataque.

Segundo Dominique Evans, agente especial da Polícia Federal (FBI) que deu entrevista coletiva na quinta-feira, ele gritou “Alá Akbar” (“Alá é maior”) antes de agir. “O atirador já faleceu graças a um grupo de estudantes corajosos que intervieram e o subjugaram, ações que sem dúvida salvaram vidas, bem como a rápida resposta das autoridades policiais”disse Kash Patel, diretor do FBI.

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