Um pequeno gesto para os consumidores. Quinta-feira, 12 de março, a TotalEnergies anunciou que iria manter, pelo menos até ao final de março, o limite máximo do preço da gasolina em 1,99 euros por litro. O sistema foi implementado em 2023, no meio de um aumento nos preços do ouro negro ligado à guerra na Ucrânia. Já o grupo sobe o teto do gasóleo, que passa para 2,09 euros por litro. Mas este deve, no entanto, “beneficiar imediatamente os clientes de 1.830 estações entre as 3.300 estações da rede TotalEnergies em França”sendo o preço mais baixo nas outras estações, segundo o seu comunicado.
Dentro da multinacional do distrito de La Défense (Hauts-de-Seine), negamos ter agido sob pressão do governo. É, garantimos-lhe, uma questão de “proteger” clientes confrontados com o aumento dos preços dos combustíveis desencadeado pela guerra no Médio Oriente. Uma crise que causa “a maior perturbação” da oferta de petróleo na história, segundo a Agência Internacional de Energia, e cujos efeitos também se fazem sentir na actividade da TotalEnergies.
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