Psicóloga clínica e psicanalista Fouzia Taouzari.

Psicóloga clínica e psicanalista, Fouzia Taouzari participa na sexta-feira, 27 de março, com Taous Merakchi, François Mallet e Mioh, de uma das “grandes assembleias” do Mundo no festival Nos Futures, em Rennes, em torno do tema: “Como nos amamos quando estamos mal? » Uma pergunta que permeia a obra que Fouzia Taouzari acaba de publicar, Diga-me como você ama, eu direi quem você é (Payot, 2025).

Por que você escreve que amar é uma experiência “fundamentalmente arriscada”?

Amar é experimentar o desapego de si mesmo para chegar aos outros. Não podemos prever como será um relacionamento ou como ele se tornará. É aqui que reside o risco: no imprevisível, no facto de não podermos controlar o que vai acontecer. Além disso, nesse sentido, qualquer encontro, romântico ou não, é arriscado. Mas o risco não é necessariamente negativo. Nossas trajetórias são atravessadas por paradoxos e contradições. O que me interessou neste ensaio foi dar corpo à questão do amor: mostrar como a nossa forma de amar diz algo sobre nós, através dos nossos impasses, e sobre a nossa própria história que por vezes ignoramos.

Você ainda tem 88,39% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *