Chef Alexis Bijaoui em Paris, 3 de março.

Em algum lugar nas alturas de Ménilmontant, no quinto e último andar de um prédio de escritórios abandonado, Alexis Bijaoui varre o horizonte. À sua direita, ao longe, a Torre Eiffel. Em frente, ao sul, a torre Montparnasse. Mais a leste, as torres Duo projetadas por Jean Nouvel recortam o céu cinzento. Sob seus pés, um terraço panorâmico com cerca de cem metros quadrados. “A boa notícia é que está aprovado para receber pessoas… Poderemos montar lá algumas mesas para o almoço de domingo”, alegra o chef nómada de 37 anos, já imaginando os primeiros pratos a circular ao ar livre.

Estamos a poucas semanas da inauguração do Print, marcada para 12 de março. Durante três meses, este projeto cultural efémero e híbrido, imaginado por três vozes – a do chef parisiense, a editora Cracki Records e a agência Bureau Classico – assume este antigo edifício terciário para o transformar num espaço de circulação entre a gastronomia, a música e a imagem. Em seis níveis e quase 3.000 metros quadrados, exposições, livraria, palestras, clube e restaurante coexistirão sem hierarquia.

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