Jacques e Jessica Moretti, proprietários do bar Le Constellation em Crans-Montana, ao chegarem à audiência com o promotor do cantão de Valais, em Sion (Suíça), em 11 de fevereiro de 2026.

Um novo documento apareceu na segunda-feira, 9 de março, no âmbito da investigação sobre o casal Moretti, os franceses proprietários do bar onde 41 pessoas morreram durante um incêndio e 115 ficaram feridas, durante a passagem de ano no balneário de Crans-Montana (cantão de Valais, Suíça). Enquanto o Ministério Público do Valais prossegue uma investigação inicialmente pontuada por numerosos incidentes processuais e deficiências denunciadas pelos advogados das partes civis, um PDF de 15 páginas da Polícia Federal Suíça (Fedpol), que O mundo pude consultar, detalha toda uma série de suspeitas sobre a origem da fortuna do casal de inquilinos corsos.

Investigadores do Money Laundering Reporting Office Switzerland (MROS), o escritório de comunicação sobre lavagem de dinheiro da Polícia Federal em Berna, investigaram os movimentos das contas bancárias de Jacques e Jessica Moretti. Na origem da abordagem, os relatórios de dois estabelecimentos, o Banque cantonale du Valais e o UBS, que repentinamente anunciaram a sua “dúvidas”anos após a abertura das contas. Os investigadores procuram determinar se o dinheiro sujo foi lavado através dos três restaurantes do casal na região de Haut-Plateau, Crans-Montana.

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