O Ministro das Pequenas e Médias Empresas, Comércio, Artesanato, Turismo e Poder de Compra, Serge Papin, e a porta-voz do governo, Maud Bregeon, numa estação de serviço em Vélizy-Villacoublay (Yvelines), 9 de março de 2026.

Bloquear os preços dos combustíveis? Reduzir o IVA na gasolina e no gasóleo? Recriar a ajuda para reduzir a fatura energética dos franceses? Não, três vezes não. Os responsáveis ​​governamentais têm insistido nisso desde que os ataques americano-israelenses no Irão provocaram o salto dos preços do petróleo e do gás e impulsionaram o barril muito além dos 100 dólares (cerca de 86 euros): apesar da crescente pressão política, não há dúvida nesta fase de implementar um novo “escudo tarifário”, como o introduzido em 2021-2022.

Ele é “muito cedo” para falar em ajuda à compra de combustível, reafirmou a ministra da Energia e porta-voz do governo, Maud Bregeon, segunda-feira, 9 de março, na RTL. Quanto à redução do IVA ou dos impostos especiais de consumo sobre os produtos petrolíferos, é simplesmente “inconcebível” aos seus olhos, ela declarou em 4 de março. “Aumentar o IVA para 5,5% em todos os produtos energéticos custa 17 mil milhões de euros”disse o ministro na segunda-feira, para descartar essa possibilidade. O Rally Nacional estima-o em 12 mil milhões de euros, com foco nos combustíveis, fuelóleo e gás.

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