“O País Talibã”, documentário de Solène Chalvon-Fioriti e Marianne Getti.

FRANÇA 5 – DOMINGO 8 DE MARÇO ÀS 21h05 – DOCUMENTÁRIO

O Afeganistão está fora de moda. As guerras na Ucrânia, em Gaza, depois no Irão, fizeram-nos esquecer este país martirizado pela história. Desde Agosto de 2021, após vinte anos de regime sob a supervisão dos Estados Unidos e da comunidade internacional, a população vive agora sob o jugo de uma teocracia obscurantista, a dos talibãs afegãos, que odeiam tanto a liberdade, a começar pela das mulheres. É por isso que o documentário de Solène Chalvon-Fioriti e Marianne Getti, O país talibãum verdadeiro exercício de imprensa livre, merece ser assistido no domingo, 8 de março, na France 5, e não apenas por ocasião do Dia Internacional dos Direitos da Mulher.

Leia a primeira parte da reportagem “Notícias Resistentes” (em 2025): Artigo reservado para nossos assinantes No Afeganistão, a resistência das mulheres aos ditames talibãs: “O meu marido queria que eu parasse de militar, mas tive de continuar a gritar a minha raiva”

A ambição bem-sucedida dos autores é retratar um país fechado sobre si mesmo, hostil aos jornalistas estrangeiros. De Cabul a Kandahar, a grande cidade do Sul, passando por Herat, na fronteira iraniana, e Bamiyan, uma província xiita que albergou os Budas destruídos pelos islamistas afegãos em 2001, questionam homens, mulheres e crianças, e mostram o Afeganistão na sua realidade. Entendemos como o“Ordem Talibã”de tradição rural, conservadora e nacionalista, impõe-se a todos, como priva as raparigas com mais de 12 anos do acesso à educação, como as mulheres afegãs no seu conjunto são excluídas do sistema de saúde.

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