A tensão é elevada na sede da Coordenação Rural Nacional (CR), situada em Gimont, em Gers, departamento onde nasceu o sindicato agrícola em 1991. A organização, adepta de métodos musculados no terreno, e por vezes considerada próxima da extrema direita, fez um grande avanço no mundo rural nos últimos anos. Esteve particularmente na linha da frente durante as manifestações agrícolas no final de 2025. No entanto, tendo como pano de fundo a anunciada mudança para Agen e o receio de um plano social que a acompanhasse, um profundo mal-estar instalou-se entre os cerca de dez funcionários da sede.
A situação levou à criação, há algumas semanas, de um coletivo de colaboradores. Este último denunciou, sexta-feira, 6 de março, por meio de comunicado de imprensa, o “deterioração alarmante das condições de trabalho” e declara apreender “as autoridades competentes”o que foi feito, sexta-feira, com uma carta dirigida a Bertrand Venteau, o novo presidente eleito no congresso nacional do CR, em Auch, em novembro de 2025, bem como a Aurélie Armand, diretora geral do sindicato e, por último, à comissão diretiva.
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