Finn Russell da Escócia durante a partida do Torneio das Seis Nações contra o País de Gales em 21 de fevereiro de 2026 em Cardiff (Reino Unido).

No pequeno mundo do rugby, apenas uma coisa parece mais incerta do que o quique de uma bola oval: a condição física da seleção escocesa. Capaz, no mesmo mês, de perder para a Itália – certamente em andamento -, depois de ficar muito assustado contra os galeses em plena crise, o XV du Chardon também pode superar a Inglaterra, anunciada como uma das favoritas do Torneio das Seis Nações. No meio dessa montanha-russa, a Escócia tem um encontro com a França, sábado, 7 de março, em Edimburgo (15h10, horário de Paris), no quarto dia.

Ainda matematicamente na corrida pelo título, os comandados do técnico Gregor Townsend não começarão como favoritos contra os Blues, que podem ser coroados em caso de vitória com o bônus ofensivo. “Mas tenham cuidado, escoceses… não vou fazer um desenho para vocês”o seu homólogo francês, Fabien Galthié, está cauteloso. O ex-meio-scrum conhece muito bem esta equipe, que já enfrentou nove vezes desde o início de sua gestão em 2020.

Se os resultados (seis vitórias em três derrotas) são lisonjeiros, um olhar mais preciso às deslocações ao estádio Murrayfield pede cautela. Em Edimburgo, a versão Fabien Galthié dos Blues só brilhou na vitória (17-36) em 2022. De resto, perdeu em 2020 e 2023 e foi preciso um pequeno milagre para que a viagem até 2024 não terminasse com uma derrota adicional.

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