Aurélie Richard tem 20 anos e está apenas começando sua história paraolímpica. A esquiadora francesa iniciou sete dias intensos nos Jogos Milão-Cortina (até 15 de março) no sábado, 7 de março, com nada menos que cinco corridas em seu programa. Eles poderiam mudar sua vida. Em seus primeiros Jogos, ela já conquistou a prata na descida de esqui alpino em pé e também conquistará o pódio no super-G, combinado, slalom gigante e slalom.
Com a mesma idade, Marie Bochet se tornou heroína em Sochi 2014, onde terminou como quádrupla campeã paraolímpica. Antes de confirmar, quatro anos depois em Pyeongchang (Coréia do Sul), ao conseguir a mesma safra de medalhas. O suficiente para se estabelecer como um modelo óbvio para Aurélie Richard quando a jovem se juntou à equipe francesa de para-esqui. “Quando cheguei, aos 14 anos, não conhecia a Marie. Assistia vídeos à noite quando chegava em casa”ela lembra. A admiração é imediata: “Ele é um exemplo perfeito, a maneira como esquia e coloca tudo em prática para ter sucesso. Ela ganhou tudo. Tentei ser como ela. »
Você ainda tem 79,37% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.