Um bombardeio israelense na vila de Khiam, no sul do Líbano, em 4 de março de 2026.

Palco de uma batalha feroz entre o exército israelense e o Hezbollah no outono de 2024, a cidade libanesa de Khiam experimentou novos confrontos na quarta-feira, 4 de março. Os combates “diretos”, pela primeira vez desde o reinício da guerra na segunda-feira, ocorreram nesta cidade localizada a 6 quilômetros da fronteira israelense, disse o Hezbollah em um comunicado de imprensa. Segundo a milícia xiita, os confrontos também ocorreram mais a oeste, na cidade de Dhaïra.

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A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) confirmou a presença de forças israelitas em várias aldeias e localidades na faixa fronteiriça, incluindo Houla, Kfar Kila, Kfar Chouba, Yaroun e Khiam. O exército israelita, já presente em cinco posições que se recusa a evacuar, em violação do cessar-fogo de novembro de 2024 entre Israel e o Líbano, começou a avançar na terça-feira, a mais de 1 quilómetro de profundidade, apoiado por bombardeamentos massivos em aldeias fronteiriças.

O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, acabara de anunciar que o seu exército “está agora mandatado para avançar e assumir o controle de novas posições no Líbano, a fim de evitar tiroteios em comunidades fronteiriças”. “O Comando Norte avançou, assumiu o controlo do terreno elevado e está agora a criar uma zona tampão, como prometemos, entre a nossa população e qualquer ameaça”esclareceu então o porta-voz do exército israelense, o brigadeiro-general Effie Defrin.

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