Na Escola de Administração Iéseg, em Puteaux (Hauts-de-Seine), 14 de maio de 2018.

No verão de 2025, os formandos das escolas de gestão que concluíram um curso preparatório para as Grandes Écoles (CPGE) receberam, pela primeira vez, além do diploma de mestrado, um novo “certificado de artes liberais” (ou Certificado de Artes Liberais). Criado sob a égide da Conferência dos Diretores das Escolas de Gestão Francesas (CDEFM), este documento pretende promover as competências específicas adquiridas na preparação: análise crítica, espírito de síntese, resolução de problemas complexos, etc.

Para os envolvidos no setor, trata-se de reparar uma anomalia. “A aula preparatória constitui uma das principais vias de acesso às grandes écoles, [mais] estes dois anos de ensino intensivo não são reconhecidos por diploma”, comenta Stéphanie Lavigne, diretora geral da escola de gestão TBS Education e vice-presidente do CDEFM. Uma singularidade francesa que contrasta com o modelo europeu construído em torno dos níveis bac + 3 e bac + 5. Este certificado deve também permitir “materializar o continuum entre a escola preparatória e a grande école”. Os cursos preparatórios deixariam, assim, de ser apenas uma câmara de descompressão antes das competições, mas o primeiro passo de um percurso coerente.

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