Marinheiros norte-americanos manobram na cabine de comando do porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN 72) em apoio à Operação Epic Fury, 28 de fevereiro de 2026, em foto fornecida pelo Comando Central dos EUA.

Uma guerra sem calendário apertado, sem impaciência e sem economia de meios. Depois de um fim de semana de comunicação confusa, a Casa Branca e o Pentágono tentaram reforçar a sua mensagem, na segunda-feira, 2 de Março, relativamente à ofensiva iniciada contra o Irão.

Após a morte dos primeiros seis soldados americanos, a queda de três aviões de combate F-15, oficialmente abatidos de uma forma estranha “fogo amigo” pelo Kuwait, e a extensão do conflito a toda a região devido aos ataques iranianos, o objectivo de Washington era negar a ideia de improvisação e de ausência de objectivos claros e legítimos.

Já não se trata de derrubar o regime iraniano, embora esse objectivo tenha sido reivindicado por Donald Trump quarenta e oito horas antes. Washington evoca objectivos puramente militares: destruir as forças navais e as capacidades balísticas do adversário. A necessidade da operação, segundo o secretário de Estado Marco Rubio, estava ligada a este programa. Segundo ele, por “um ano, um ano e meio”o Irã teria cruzado “a linha da imunidade” : o regime teria tido “Tantos mísseis de curto alcance, tantos drones que ninguém poderia ter feito nada a respeito porque teriam mantido o mundo como refém”. A mudança no argumento, mesmo neste ponto, é significativa. No sábado, Donald Trump falou de mísseis de longo alcance, que “poderá em breve chegar ao território americano. »

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