Uma retrospectiva dos primeiros passos de Dany Boon no cinema, em “Le Grand Blanc de Lambaréné” de Bassek Ba Kobhio.
Realizador do maior sucesso comercial da história do cinema francês (20,4 milhões de entradas na Bienvenue chez les Ch’tis), Dany Boon está há muitos anos entre os rostos mais famosos do panorama audiovisual francês.
Primeiros passos no cinema em um filme africano
Comediante, ator e realizador, devemos-lhe também filmes como Rien à declare, Supercondriaque ou La Ch’tite famille, bem como inúmeras atuações em longas-metragens como La Doublure de Francis Veber, Astérix et Obélix: Au service de Sa Majesté de Laurent Tirard, Lolo de Julie Delpy, ou ainda a versão francesa de Frozen dos estúdios Disney (na qual faz o papel do boneco de neve Olaf).
Há 30 anos, porém, o homem que pegou emprestado seu nome artístico do fictício caçador americano Daniel Boone e que começou sua carreira como artista com uma série de shows individuais, nunca havia pisado em um único set de filmagem.
Foi aos 29 anos que finalmente colocou o primeiro pé diante das câmeras do cineasta camaronês Bassek Ba Kobhio, em meados dos anos 90. Ele então desempenhou um pequeno papel no drama intitulado Le Grand Blanc de Lambaréné, contando a vida do Dr. Albert Schweitzer (interpretado por André Wilms).
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O início de uma grande carreira
Além desta primeira aparição no cinema, na mesma época, Dany Boon também desempenhou um papel extra (sem créditos) em Anjos da Guarda, de Jean-Marie Poiré. Durante vários anos, desempenhou papéis secundários em vários projetos.
Foi somente em 2005, no drama de guerra Joyeux Noël, que sua carreira como ator de cinema realmente decolou, ajudada pela indicação ao César de melhor papel coadjuvante por sua excelente atuação.
Três anos depois, ao prestar uma aclamada homenagem às suas origens com a sua segunda longa-metragem como realizador, Bienvenue chez les Ch’tis, quebrou todos os recordes e criou um avanço no mundo do cinema francês.
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