O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, durante uma declaração em 10 Downing Street, Londres, 28 de fevereiro de 2026.

Avisos simples, quase da boca para fora, mas nenhuma condenação da ofensiva israelo-americana contra o Irão. Se temem a perspectiva de uma mudança de regime imposta de fora pela força, os principais aliados europeus dos Estados Unidos e do Estado judeu – França, Alemanha e Reino Unido – mostraram grande cautela no sábado, 28 de Fevereiro, após o lançamento de ataques contra responsáveis ​​do regime iraniano e as instalações nucleares e balísticas do país, não sem denunciarem firmemente a resposta orquestrada na região por Teerão. Ainda antes da morte do Guia Supremo Ali Khamenei ser confirmada na noite de sábado para domingo.

Numa declaração conjunta divulgada na tarde de sábado, o presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Friedrich Merz e o primeiro-ministro britânico Keir Starmer reafirmaram a sua “compromisso com a estabilidade regional e a proteção das vidas civis”sem qualquer outra forma de comentário, ou apelo à contenção, relativamente à ofensiva lançada na manhã de sábado pelos Estados Unidos e Israel.

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