O presidente dos EUA, Donald Trump, no gramado da Casa Branca, em Washington, em 27 de fevereiro de 2026.

Donald Trump declarou na sexta-feira, 27 de fevereiro, que estava considerando uma “aquisição pacífica” de Cuba, sem especificar as modalidades de tal operação, num momento em que Washington pressiona os líderes da ilha de 9,6 milhões de habitantes.

“O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito grandes, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez veremos uma tomada pacífica de Cuba.”disse o presidente americano à imprensa ao deixar a Casa Branca para uma viagem ao Texas.

As relações entre Cuba e os Estados Unidos têm vivido tensões renovadas desde a captura do Presidente venezuelano Nicolás Maduro pelas forças americanas no início de janeiro e a interrupção em Caracas, sob pressão de Washington, dos fornecimentos de petróleo à ilha comunista. Os Estados Unidos, que não escondem o seu desejo de ver uma mudança de regime na ilha, estão a aplicar uma política de pressão máxima sobre Havana.

Cuba denunciou, quarta-feira, uma tentativa de infiltração “fins terroristas”, depois de terem sido mortos a tiros durante o dia, nos arredores da ilha, quatro ocupantes de uma lancha registrada na Flórida e que transportava, segundo Havana, cubanos residentes nos Estados Unidos.

O mundo com AFP

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