Sébastien Lecornu, em Lect (Jura), 12 de fevereiro de 2026.

Nem visto nem conhecido, Sébastien Lecornu esperava que a remodelação do seu governo passasse despercebida. Mas o que era para ser apenas um “ajuste simples” antes das eleições autárquicas revelou-se como uma nova dor de cabeça para o chefe do governo, entre a gestão dos equilíbrios políticos, a antecipação de questões sensíveis que viriam e a vontade de Emmanuel Macron de voltar a pesar na composição do governo.

Embora devesse ocorrer o mais tardar em 22 de fevereiro, o advento do governo Lecornu III demorou mais do que o esperado. Tivemos que esperar a saída da ministra da Cultura, Rachida Dati, anunciada na noite de quarta-feira, 25 de fevereiro, pela própria pessoa, para finalmente podermos revelar os nomes dos novos membros do governo.

E mais uma vez, esta remodelação que não diz o seu nome não está terminada: David Amiel, o novo ministro responsável pela Acção e Contas Públicas, em funções desde 22 de Fevereiro, será acrescentado até ao início da legislatura (23 de Março) um ministro delegado (exige paridade) “com perfil político”, responsável pelo serviço público. Esta nomeação foi adiada devido a verificações junto da Alta Autoridade para a Transparência na Vida Pública (HATVP), especifica Matignon.

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