Ministra da Igualdade Racial do Brasil e irmã da vereadora assassinada Marielle Franco, Anielle Franco com os pais, durante o julgamento dos acusados ​​de ordenar o assassinato de Marielle Franco em 2018, no Supremo Tribunal Federal de Brasília, em 25 de fevereiro de 2026.

“Quem ordenou o assassinato de Marielle? » Após o assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro e ativista negra e LGBTQI+, e de seu motorista, Anderson Gomes, crivado de balas no dia 14 de março de 2018 em seu carro, essa questão assombra o Brasil há muito tempo. Apareceu em cartazes, camisetas e paredes por todo o país. Demorou oito anos para que a justiça fornecesse respostas.

Na quarta-feira, 25 de fevereiro, quatro juízes do Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte do país, condenaram por unanimidade João Francisco Inácio Brazão, conhecido como “Chiquinho”, ex-deputado federal, e seu irmão Domingos Brazão, assessor do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, a setenta e seis anos e três meses de prisão por terem ordenado o assassinato do eleito e do Sr. Eles também foram considerados culpados de pertencer a uma organização criminosa armada e de tentativa de homicídio contra o colaborador de Marielle Franco, que sobreviveu ao ataque.

Segundo a Justiça, os dois irmãos queriam matar a ativista por sua oposição a projetos imobiliários clandestinos em bairros populares liderados por milícias – organizações criminosas formadas por ex-policiais que controlam áreas inteiras do Rio – das quais faziam parte. Segundo as confissões do assassino que disparou contra o escolhido, Ronnie Lessa, ex-policial condenado em outubro de 2024 a setenta e oito anos de prisão, os irmãos Brazão lhe prometeram terrenos no valor de milhões de euros para cometer o crime.

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