Quem, depois de prestar juramento e jurar contar toda a verdade, mentiu aos deputados? A Ministra da Cultura, Rachida Dati, que, quinta-feira, 5 de fevereiro, perante a comissão de inquérito à radiodifusão pública, garantiu que o “Complement d’investigation” ofereceu uma remuneração a um dos seus familiares em troca de depoimentos incriminatórios sobre ela? Ou Tristan Waleckx, apresentador do programa investigativo France Télévisions, entrevistado em 12 de fevereiro, que garantiu nunca ter “dado ou oferecido dinheiro a qualquer pessoa da comitiva da Sra. Dati, mesmo por terceiros” ? Ambas as partes tiveram até segunda-feira, 23 de fevereiro, para apresentarem provas de suas afirmações.
“ [Elles] jogou o jogo. Ninguém se esquivou de suas obrigações”, acolheu, pela manhã, o relator Charles Alloncle (Hérault, União dos Direitos para a República), contactado por O mundo. ““Investigação adicional” nos enviou e-mails, confirmado o presidente, Jérémie Patrier-Leitus (Horizontes, Calvados), terça-feira à tarde, na abertura da audiência dos influenciadores e jornalistas Hugo Clément e Samuel Etienne. Um amigo próximo do ministro enviou ao relator discussões apoiando [s]Estas palavras e trocas que o relator me enviou. Por isso, examinarei atentamente estes documentos e verei que medidas devem ser tomadas. »
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