Em Washington, 26 de novembro de 2024.

O grupo de entrega de encomendas FedEx apresentou esta segunda-feira, 23 de fevereiro, uma queixa contra o governo norte-americano, pedindo o reembolso das quantias cobradas indevidamente devido a direitos aduaneiros implementados ilegalmente por Donald Trump.

De acordo com um documento judicial consultado pela Agence France-Presse (AFP), a FedEx está pedindo ao Tribunal Americano de Comércio Internacional que force os Estados Unidos a “retribuir (…) direitos cobrados deles sobre todas as importações” sujeito a sobretaxas agora canceladas pelo Supremo Tribunal, “mais os juros previstos em lei”.

Esta é a primeira reclamação deste tipo apresentada por uma grande empresa norte-americana desde que Donald Trump sofreu uma rejeição relativamente à sua política comercial. O Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiu na sexta-feira que o presidente norte-americano excedeu os seus poderes ao impor direitos aduaneiros sobre numerosos produtos sem a aprovação do Congresso.

Reclamações preventivas

Esta decisão abre caminho a possíveis reembolsos de sobretaxas já pagas pelas empresas, cujo valor ultrapassou os 130 mil milhões de dólares (cerca de 110 mil milhões de euros) em 2025, segundo analistas. Questionado na sexta-feira, Donald Trump sublinhou que esta questão não tinha “não foi abordado” pela Corte e estimou que ocuparia os tribunais durante anos.

Várias empresas, como a rede de supermercados Costco e a subsidiária americana da fabricante japonesa Toyota, apresentaram queixa preventiva antes do veredicto do Supremo Tribunal.

O mundo com AFP

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