O presidente da Comissão de Comércio Internacional do Parlamento Europeu, Bernd Lange, em Estrasburgo, 9 de julho de 2025.

De Caríbdis a Cila? O acordo comercial entre a União Europeia (UE) e os Estados Unidos, celebrado em 27 de julho de 2025, no resort de golfe escocês de Donald Trump, foi amplamente vivido, no Velho Continente, como uma humilhação coletiva. A invalidação, sexta-feira, 20 de Fevereiro, pelo Supremo Tribunal americano de uma série de novos direitos aduaneiros impostos por Washington aos seus parceiros comerciais poderá resultar num tratamento ainda mais duro para os Vinte e Sete.

Neste contexto, na segunda-feira, 23 de fevereiro, o Parlamento Europeu decidiu que era urgente esperar, antes de ratificar o texto assinado no verão passado por Ursula von der Leyen, a Presidente da Comissão, e o chefe de Estado americano. “A situação está mais incerta do que nunca”explicou, no processo, o presidente da comissão de comércio internacional do Parlamento Europeu, Bernd Lange. Além disso, continua o eurodeputado alemão (SPD), as importações europeias através do Atlântico poderiam ser “sujeito a impostos que excedam o limite de 15%”consagrado no Acordo Turnberry.

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