A biatleta francesa Océane Michelon no pódio da largada em massa dos Jogos Olímpicos Milão-Cortina, em Antholz-Anterselva (Itália), em 21 de fevereiro de 2026.

Océane Michelon caiu em um dilúvio de neve. O público reconheceu pela primeira vez a túnica azul-branca-vermelha de uma francesa – tornou-se um hábito no biatlo desde o início dos Jogos de Inverno Milão-Cortina. Então ele descobriu o rosto de olhos arregalados de uma campeã surpresa com seu próprio feito. Sábado, 21 de fevereiro, Océane Michelon, 23 anos, venceu a largada em massa, a “corrida das rainhas” que encerra a quinzena olímpica da modalidade. Outra figura, vestida com as mesmas cores, esquiava atrás dela: 6 segundos depois, Julia Simon finalizou o sprint para o segundo lugar, à frente da tcheca Tereza Vobornikova, convidada surpresa neste último pódio na Anterselva Biathlon Arena.

Entre sorrisos e soluços, Océane Michelon beijou longamente os pais, tornando-se mais uma vez nos braços deles a menina que realizou o seu sonho. Mas ela já é uma grande senhora do esporte. Medalhista de prata no sprint e já ouro no revezamento feminino, ela conquistou sua terceira medalha aqui na Itália. O nativo de Chambéry (Savoie) também traz nota 6e título à delegação francesa. Com o dinheiro de Julia Simon, os Blues do biatlo somaram 13 prêmios nesta edição. Um ataque.

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