Confiscado em 1916 pela administração colonial francesa, o Djidji Ayôkwê, tambor sagrado dos embriagados (Atchan), prepara-se para regressar à Costa do Marfim. Símbolo de resistência, instrumento político e espiritual, encarna as questões contemporâneas da restituição da herança africana. Neste enfoque cultural do Journal de l’Afrique, o Ministro da Cultura da Costa do Marfim discute o significado histórico, identitário e político deste tão aguardado regresso a Abidjan.

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