Nas vésperas de uma internacional da extrema-direita radical, que se reuniu no sábado, 21 de fevereiro, em Lyon, Jean-Michel Aulas, candidato do centro e da direita a autarca, mantém grande imprecisão na sua interpretação política do evento, organizado na capital da Resistência, a pedido de vários pequenos grupos identitários, nacionalistas e neonazis, franceses e europeus. O favorito das sondagens não explicou claramente porque é que não participaria nesta “homenagem a Quentin”, um jovem activista da extrema-direita radical que foi espancado até à morte em 12 de Fevereiro por activistas de ultra-esquerda, sete dos quais foram indiciados na quinta-feira por homicídio e cumplicidade.
A autorização para a manifestação foi apresentada por Aliette Espieux, membro da Marcha pela Vida, movimento católico de oposição ao aborto, e companheira de um ativista da população de Lyon, um pequeno grupo nacionalista que foi dissolvido.
“Nós mesmos não participaremos, porque não queremos trazer, num contexto de tensão, nenhum significado particular pelo que foi expresso. É a prefeitura quem tomará a decisão”, afirmou. declarou Jean-Michel Aulas, numa fórmula complicada da qual guarda o segredo, durante uma conferência de apresentação do seu programa municipal, sexta-feira, 20 de fevereiro.
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