Amélie Jolivel, no documentário “Véto de campagne”, de Marianne Kerfriden.

FRANÇA.TV – SOB DEMANDA – DOCUMENTÁRIO

“Como veterinários, vivemos em estreita intimidade com o mundo agrícola, estamos unidos. Estamos unidos também com os seus problemas. » Filha de criadores, Amélie Jolivel, do consultório veterinário Arcalys, em Châteaubriant (Loire-Atlantique), é franca. Durar “foda-se” até o momento, a epidemia de dermatite protuberante contagiosa, que priva pela primeira vez a Mostra Agropecuária, que acontece de 21 a 1º de fevereiroer Março, em Paris, do seu gado.

As vacas são precisamente a especialidade de Amélie Jolivel – juntamente com ovelhas e cabras – a “veterinária rural” que Marianne Kerfriden acompanhava no seu quotidiano, de câmara na mão. A jornalista e realizadora conhece muito bem o mundo agrícola, que filma há uma década: Ikea, o senhor das florestas (na Arte, em 2024), O ogro do leite (na empresa Lactalis, distribuído por Divulgado em 2020 e ainda disponível no YouTube), FNSEA: investigação sobre um império agrícola (no espetáculo Evidênciaem 2017)…

Neste documentário, que integrou a seleção oficial do Fipadoc 2026, ela entrega uma realidade crua e nua e crua, entre retrato e relato, começando classicamente com um parto, uma provação, tanto para o veterinário quanto para o animal e o criador. Suando e com a blusa manchada de sangue, Amélie Jolivel sorri de repente ao perceber que o bezerro está vivo.

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