Na hora do café da manhã, quinta-feira, 19 de fevereiro, aniversário de 66 anos de Andrew Mountbatten-Windsor, cerca de dez oficiais da Polícia do Vale do Tâmisa apareceram na casa do irmão mais novo do rei Carlos III, na propriedade real de Sandringham (em Norfolk) e o prenderam. O filho favorito da falecida Rainha Elizabeth II, ainda o oitavo na linha de sucessão ao trono britânico, foi libertado no final do dia, “aguardando o resultado da investigação” segundo a polícia, depois que o Royal Lodge, sua antiga casa em Windsor, também foi revistado.
A Polícia do Vale do Tâmisa (Vale do Tâmisa, oeste de Londres) confirmou ao meio-dia de quinta-feira que havia prendido um homem “cerca de sessenta anos” por suspeita de violação do dever público (os interrogados geralmente não são identificados no Reino Unido, por respeito à presunção de inocência).
É muito provável que investigue comunicações extraídas de milhões de documentos do caso Epstein publicados pelo Departamento de Justiça dos EUA no final de janeiro. Estes documentos parecem mostrar que Andrew Mountbatten-Windsor, já destituído de todos os seus títulos e condecorações em 2025 pela sua amizade de longa data com o criminoso sexual americano, transmitiu informações confidenciais a este último quando era enviado especial do governo britânico para o comércio, entre 2001 e 2011.
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