Depois de Bruce Springsteen (Rua de Minneapolis),Jesse Welles (Junte-se ao ICE), Neil Jovem (Grande Crime) ou Kim Gordon do grupo Sonic Youth (Bye Bye), outra voz combativa do rock, a dos irlandeses do U2, levanta-se contra os excessos da nova era Trump e os abusos da ICE – a polícia federal de imigração americana – com Obituário Americano (“Obituário Americano”). Uma “música de protesto” elétrica de 4 minutos e 26 que aparece no novo EP de seis faixas da banda Bono, Dias de Cinzas (“dias de cinzas”), postado online nas plataformas, quinta-feira, 19 de fevereiro, em que o quarteto dedica outras músicas a questões candentes da atualidade. Quer se trate do Irão, de África, do conflito israelo-palestiniano ou da Ucrânia.
Depois de álbuns mais introspectivos, relembrando sua adolescência (Canções de Inocênciaem 2013) e sua jornada (Canções de Experiênciaem 2017, e Canções de rendiçãoem 2023, reinterpretação acústica de uma seleção do seu repertório), o U2 volta a mergulhar num compromisso que muitas vezes tem alimentado a sua chama musical e a vida pública do seu vocalista.
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