A biatleta francesa Julia Simon vê suas companheiras da seleção feminina francesa correndo em sua direção, após vencer o revezamento dos Jogos Olímpicos de 2026, no dia 18 de fevereiro de 2026, em Antholz-Anterselva (Itália).

É um thriller tão estressante que deixa o público exausto. Um filme cuja sequência está marcada para o dia seguinte: mesmo lugar, mesmo horário, mesmo cenário, mesmo cenário maluco – mas só mudou o elenco. Essa é a sensação que a sequência de revezamentos masculino (episódio 1) e feminino (episódio 2) dos Jogos Olímpicos Milão-Cortina, terça-feira, 17 e quarta-feira, 18 de fevereiro, deu aos 19 mil espectadores na Arena de Biatlo Anterselva e também ao público em frente à tela da televisão.

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No dia seguinte à recuperação impressionante da seleção masculina francesa, adornada com ouro após um início de prova de pesadelo, a seleção feminina, também largada no final do pelotão, conseguiu subir novamente, uma a uma, as nações concorrentes, para subir, por sua vez, ao degrau mais alto do pódio olímpico.

Na quarta-feira, Julia Simon, com a bandeira azul-branca-vermelha segurada com o braço estendido, cruzou a linha de chegada, depois de ter se beneficiado muito com a torcida do estádio, já que seus adversários foram rebaixados para a distância. Ela então caiu nos braços de Camille Bened, Lou Jeanmonnot e Océane Michelon. Foi difícil acreditar, à chegada, que o início da corrida tivesse sido insuportavelmente cheio de suspense. Com a do revezamento misto, conquistada no primeiro dia de Olimpíadas, essas duas medalhas de ouro em dois dias confirmam a incursão dos biatletas franceses nas provas coletivas: ninguém escapou delas.

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