O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio (à esquerda), e o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, realizam uma conferência de imprensa conjunta em Budapeste, em 16 de fevereiro de 2026.

Visitar pequenos países da Europa Central liderados por potências nacionalistas com o objectivo de alimentar divisões na União Europeia (UE) era, até então, mais uma tradição diplomática dos regimes chinês ou russo. Mas, ao viajar sucessivamente à Eslováquia e à Hungria, domingo 15 de Fevereiro e segunda-feira 16 de Fevereiro, o Secretário de Estado americano, Marco Rubio, confirmou que os Estados Unidos estão agora também a apostar nesta região, que tem vários líderes eurocépticos e pró-Rússia.

No dia seguinte ao seu discurso na Conferência de Segurança de Munique, que de certa forma tranquilizou parte da Europa Ocidental pela sua sensatez, pelo menos no tom, o Sr. Rubio era aguardado com ansiedade em Budapeste, onde o Primeiro-Ministro, Viktor Orban, conta com o apoio de Donald Trump tendo em vista as eleições legislativas de 12 de Abril, que prometem ser extremamente apertadas. O Secretário de Estado americano não decepcionou o líder magiar, citando um “era de ouro dos relacionamentos” entre os Estados Unidos e a Hungria na segunda-feira, durante uma conferência de imprensa conjunta, em frente a uma floresta de bandeiras americanas e húngaras, mas na ausência de qualquer bandeira azul estrelada.

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