Jean Vidal, produtor de vegetais de Saint-Jory (Haute-Garonne), no Carreau des Producers do mercado de interesse nacional de Toulouse, 13 de fevereiro de 2026.

São 5 horas, Toulouse está acordando e as áreas de câmbio do Grand Marché estão fervilhando de atividade. Instalado desde 1964 próximo à linha férrea e ao pátio de triagem de Saint-Jory, ao norte da cidade, o mercado de interesse nacional (MIN) de Toulouse Métropole estava moribundo no início da década de 2010. O local, largamente dedicado a frutas e legumes, vive um período próspero há quase dez anos, depois de a sua gestão ter sido confiada por delegação de serviço público, em 2017, à holding Lumin, que se tornou o principal acionista de Toulouse.

Também proprietária do mercado de Rungis (Val-de-Marne), a Lumin rectificou a situação: entre 2015 e 2024, o volume de negócios aumentou 70% para atingir os 566 milhões de euros, indica o site do mercado de Toulouse, e o número de compradores profissionais aumentou de 3.200 para 4.400, elevando Toulouse ao segundo lugar entre os mercados franceses de interesse, atrás do rolo compressor de Rungis e a par do de Nantes. Tudo sob a liderança de sua diretora, Maguelone Pontier, 41 anos. O chefe – “uma ideia a cada segundo”diz ela ao se apresentar – quer acelerar ainda mais a expansão do local. A sua delegação de serviço público também foi prorrogada por sete anos, até 2046, em outubro de 2025 e a área territorial deverá aumentar 16% até 2028.

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