Reunião em homenagem a Quentin D., em Paris, 12 de fevereiro de 2026.

Enquanto as narrativas politizadas se chocam, a autoridade judicial continua a agir com cautela relativamente às circunstâncias do ataque fatal sofrido por Quentin D., 23 anos, estudante e activista nacionalista, espancado na tarde de quinta-feira, 12 de Fevereiro, durante confrontos entre pequenos grupos radicalizados nas ruas de Lyon. “A polícia recolheu vários testemunhos significativos. A investigação está agora focada na identificação dos autores diretos da violência correcional e criminal” afirmou o Ministério Público de Lyon, num breve comunicado de imprensa divulgado no domingo, anunciando ao mesmo tempo que uma conferência de imprensa do procurador, Thierry Dran, teria lugar na tarde de segunda-feira.

Domingo à noite, no France 2, o Ministro do Interior, Laurent Nuñez, falou de um “linchamento”garantindo que a investigação “confirmar” Ou “invalidar” a hipótese de“ultraesquerda” e de “membros da Jovem Guarda”ao afirmar “obviamente é a ultraesquerda”.

A autoridade judiciária não dá mais detalhes, preocupada em preservar as investigações que parecem estar avançando. A investigação preliminar inicialmente aberta para “violência agravada”foi estendido às qualificações de “golpes fatais agravados por três circunstâncias: o encontro, o uso de armas, a ocultação do rosto”.

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