Uma tragédia ocorreu na noite de quinta-feira, 12 de fevereiro, em Lyon, cujas causas e circunstâncias permanecem obscuras pelas autoridades judiciais, mas que suscitou inúmeras reações políticas, em plena campanha municipal. Quentin D., 23, foi atendido às 19h40. pelos bombeiros e equipe do SAMU, quai Fulchiron, em 5e distrito, ao longo do Saône.

Muito gravemente ferido, vítima de uma concussão, o jovem estudante foi transportado para o hospital Edouard-Herriot, colocado em coma, com risco de vida. No local, um amigo que o acompanhava contou aos socorristas que o jovem havia sido vítima de um atentado. Nas horas seguintes, este acontecimento não foi particularmente noticiado, nem ligado a incidentes ocorridos pouco antes em dois locais distintos da cidade.

Por um lado, no 7e distrito, perto das instalações da Sciences Po, onde activistas do grupo de identidade Némésis desfraldaram uma faixa para contestar a conferência da eurodeputada Rima Hassan (La France insoumise, LFI). Por outro lado, nas instalações da Universidade Lyon-3, quai Claude-Bernard, onde uma conferência universitária sobre direito e guerra foi interrompida, desta vez, por um grupo de cerca de vinte activistas de ultra-esquerda. “Estes dois acontecimentos motivaram um sistema de vigilância e intervenção por parte das forças policiais, mas em nenhum momento houve relatos de violência grave ou feridos nos dois locais afetados pelas manifestações”, especifica uma fonte de segurança.

Uma investigação aberta

Na manhã de sexta-feira, o ataque do jovem assumiu uma conotação completamente diferente. O coletivo Némésis afirmou, em várias mensagens sobre O pequeno grupo designado membros da Jovem Guarda, grupo antifascista dissolvido em junho de 2025 e fundado pelo Lyonnais Raphaël Arnault, que se tornou deputado (LFI) em 2024 em Vaucluse.

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