Visitantes fazem fila em frente ao Museu do Louvre, em Paris, em 13 de fevereiro de 2026.

A série negra continua no Louvre. No dia 10 de fevereiro, dois agentes do museu foram presos. Funcionários de longa data, segundo informações da Mundoum dos quais em final de carreira, são suspeitos de envolvimento numa vasta fraude de bilheteira, denunciada pelos seus colegas e que deu origem a uma denúncia apresentada em dezembro de 2024 pela administração. Na noite de 12 de fevereiro, uma nova reviravolta do destino atingiu o estabelecimento: uma enchente danificou o teto pintado por Charles Meynier, datado de 1819, batizado O triunfo da pintura francesanuma sala da ala Denon que abriga obras-primas de Fra Angelico e Bernardino Luini.

Imediatamente no local, os bombeiros interromperam o vazamento pouco depois da meia-noite, disse a administração às Mundo. Na manhã do dia 13 de fevereiro, um restaurador conseguiu fazer um diagnóstico inicial: a obra apresenta dois rasgos e um levantamento da camada pictórica. A equipa do arquitecto-chefe dos monumentos históricos, que posteriormente examinou o estado do tecto, considerou que o mesmo não apresentava problema estrutural. O espaço esteve encerrado até ao início da tarde.

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