O Dia dos Namorados (14 de fevereiro) é apenas um dos muitos avatares da multiplicação comercial de festividades ao longo do ano: Dia das Mães e dos Pais, Natal, Halloween ou Black Friday… Estes espaços-tempos outrora excepcionais promovem agora um excesso permanente, segundo o filósofo, numa coluna do “Le Monde”.
Fonte
Jeanne Guien, filósofa: “A recuperação comercial dos “feriados” torna o consumo excessivo uma norma”