O Dia dos Namorados (14 de fevereiro) é apenas um dos muitos avatares da multiplicação comercial de festividades ao longo do ano: Dia das Mães e dos Pais, Natal, Halloween ou Black Friday… Estes espaços-tempos outrora excepcionais promovem agora um excesso permanente, segundo o filósofo, numa coluna do “Le Monde”.

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