O presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, em 16 de janeiro de 2026.

O famoso instituto de sondagens norte-americano Gallup deixará de medir a popularidade dos presidentes, pondo fim a uma prática que remonta a cerca de noventa anos, informou o diário na quarta-feira, 12 de fevereiro. A colina e o site americano Eixos.

A notícia chega no momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, há anos acusa os pesquisadores de produzirem números “manipulado” contra ele. Ele estimou notavelmente no mês passado em sua plataforma, Truth Social, que “pesquisas falsas e fraudulentas” deveria constituir “um crime”.

Perguntado por A colina Para saber se a Casa Branca contribuiu para a decisão do instituto de não medir mais a popularidade dos presidentes, como tem feito desde a década de 1930, um porta-voz do Gallup mencionou “uma mudança estratégica baseada unicamente em objectivos e prioridades de investigação” da empresa de pesquisa.

Trinta e seis por cento de popularidade

“Nosso compromisso é conduzir pesquisas metodologicamente rigorosas e de longo prazo sobre as questões e condições que moldam a vida das pessoas”disse o porta-voz. A Gallup não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Agence France-Presse (AFP).

Estudos da Gallup mostram que a popularidade de Donald Trump tem registado um declínio constante desde o início do seu segundo mandato, há um ano, caindo de 47% de opiniões favoráveis ​​na sua tomada de posse para 36% em dezembro de 2025 – os últimos dados publicados pelo instituto de sondagens.

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O mundo com AFP

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