Ebo Taylor, no La Défense Jazz Festival (Hauts-de-Seine), 21 de junho de 2011.

Com o seu parceiro de canto Pat Thomas, foi um dos veteranos do highlife ganense, género secular inscrito, em dezembro de 2025, na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade elaborada pela UNESCO. Músico completo (cantor, guitarrista, compositor, líder de banda, produtor e arranjador), Ebo Taylor morreu no sábado, 7 de fevereiro, no hospital Saltpond, no sul de Gana, anunciou seu filho Kweku Taylor. Ele tinha acabado de comemorar seu 90ºe aniversário, e o Ebo Taylor Music Festival, evento que leva seu nome na capital, Accra, começou um dia antes de sua morte.

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Componente do afrobeat, esta fusão de música, jazz e funk da África Ocidental que popularizaria o nigeriano Fela Kuti (1938-1997) na década de 1970, o highlife é em si um sincretismo mais antigo de influências e tradições. Tão diversos como os sons afro-cubanos e o calipso, o jazz e o swing que os soldados das forças aliadas ouviam em trânsito em Accra durante a Segunda Guerra Mundial, as canções da igreja e as bandas militares, finalmente os estilos costeiros como a maringa (conhecida como “música do vinho de palma”), que encontramos na Serra Leoa, Libéria, Gana e Nigéria, ou os cantos dos pescadores.

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