
O magnata da imprensa e activista pró-democracia Jimmy Lai foi condenado na segunda-feira por um tribunal de Hong Kong a 20 anos de prisão por conluio estrangeiro e publicação sediciosa. O chefe do executivo de Hong Kong, John Lee, considerou esta sentença “profundamente satisfatória”, enquanto a ONG Human Rights Watch considerou que equivalia a uma “sentença de morte”. Explicações de Marie Holzman, sinóloga, presidente da Solidariedade China.
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