Os investigadores senegaleses têm agora a certeza: o navio petroleiro Mersinque partiu em 21 de agosto de 2025 do porto russo de Taman, no Mar Negro, e sofreu graves danos na costa de Dakar, na noite de 27 para 28 de novembro de 2025, foi efetivamente alvo de ação criminosa. As hidrovias surgiram na popa do navio de 183 metros de bandeira panamenha e equipado pela empresa turca Besiktas Shipping “correspondem a quatro explosões separadas causadas por dispositivos explosivos subaquáticos”garante Mundo uma fonte próxima à investigação, confirmando informações da Radio France Internationale.
Esta confirmação levanta mais uma vez a questão da responsabilidade ucraniana nesta ação, mencionada imediatamente após os acontecimentos. Quinta-feira, 5 de fevereiro, uma fonte próxima à inteligência militar ucraniana reconheceu pela primeira vez, ao Mundoo envolvimento de Kiev, alegando que a operação tinha sido realizada pelo mesmo serviço de inteligência.
De acordo com as primeiras avaliações realizadas pela Alta Autoridade responsável pela coordenação da segurança marítima senegalesa, as máquinas utilizadas estavam equipadas com temporizadores para permitir explosões sucessivas. A operação teria sido realizada por um “equipe de pelo menos quatro mergulhadores profissionais” ter utilizado minas de sucção equipadas com ímãs de fabricação russa, como o BPM-2, chamado de “tartarugas”, por seu formato semiesférico, ou SPM, do tipo perfurante, cujas versões iniciais foram desenvolvidas durante a era soviética, afirma a fonte senegalesa citada acima.
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