Apelação de Louis Balling, advogado de Bruno Gollnisch, no tribunal de Paris, 4 de fevereiro de 2026.

Tem a palavra a defesa, na reta final do julgamento de recurso dos assistentes parlamentares europeus da Frente Nacional (FN) que decorre desde 13 de janeiro no Tribunal de Recurso de Paris. Com sucesso variável. A dificuldade para os doze advogados, que muitas vezes cedem à tentação de defender durante uma hora a mais, é não repetir os mesmos argumentos para os doze arguidos acusados ​​do mesmo crime, o desvio de fundos públicos do Parlamento Europeu.

Mᵉ Robert Apéry teve a honra, quarta-feira, 4 de fevereiro, de esclarecer a primeira das que lhe parecem ser as inconsistências do processo. E primeiro “a campanha política” contra os juízes, mencionados pela parte civil e pelo Ministério Público, em que vê (além dos insultos e ameaças de morte), “uma mensagem subliminar à atenção do tribunal de recurso: isto não seria visto como uma circunstância agravante?”.

Mᵉ Patrick Maisonneuve, o advogado do Parlamento Europeu, partido civil, estava de facto preocupado um dia antes dos ataques contra o Estado de direito por parte de Marine Le Pen, Jordan Bardella e Nicolas Sarkozy. E de François Bayrou, “perturbado” pelas penas de inelegibilidade, tal como Jean-Luc Mélenchon. “Não sei porque estão preocupados com o Parlamento Europeu”brincou o advogado, enquanto os líderes do MoDem e do La France insoumise também estão a ser processados ​​por factos comparáveis.

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