O chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e Emmanuel Macron durante a coalizão da cúpula voluntária no Eliseu, em Paris, em 6 de janeiro de 2026.

Os chefes de Estado e de governo europeus estabeleceram, em 18 de Dezembro de 2025, o princípio de um grande empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia para lhe permitir enfrentar os anos de 2026 e 2027, enquanto a Rússia de Vladimir Putin ainda não demonstra vontade de pôr fim à sua guerra de invasão. Na quarta-feira, 4 de fevereiro, os embaixadores dos Vinte e Sete concordaram com a implementação desta promessa após várias semanas de intensas discussões.

Inicialmente, uma grande parte dos estados europeus queria utilizar os activos russos amarrados no Velho Continente para financiar o esforço de guerra ucraniano. Mas a Bélgica recusou, forçando os líderes europeus a encontrar uma solução alternativa: lançar um empréstimo de cerca de 90 mil milhões de euros, garantido pelo orçamento da União Europeia (UE), mas cujos juros serão pagos apenas pelos Estados voluntários. A Hungria, a Eslováquia e a República Checa apoiaram esta iniciativa depois de receberem garantias de que não teriam de pagar para cobrir os juros.

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