
Após o fim do Vilebrequin, a famosa dupla de YouTubers se separou com força total. Um ano depois de um embate muito complicado com o ex-companheiro, Pierre Chabrier fala sobre o assédio que sofre diariamente.
Um ano complicado. No final de 2024, Pierre Chabrier e Sylvain Levy anunciaram o fim do Vilebrequin e a separação da dupla. Em janeiro de 2025, este último divulgou um vídeo no qual denunciava as ações do ex-amigo. Mas este último foi a causa de uma verdadeira onda de assédio contra Pierre Chabrier. “As críticas foram incrivelmente violentas. Houve repercussões muito violentas. Há anos que aguento isso, fico chateado sem motivo. Há momentos em que é muito mais complicado do que outros“, confidenciou Tele-Lazer em agosto passado.
O criador do conteúdo explicou que estava saindo do YouTube após este vídeo. “A realidade financeira é que não ganhei mais a vida com o YouTube desde o vídeo dele“, admitiu. Mas Pierre Chabrier, que queria evoluir na Twitch e nas redes sociais, não conseguiu começar. Nesta quarta-feira, 28 de janeiro, ele publicou uma longa mensagem em um story do Instagram e relembra a repercussão do vídeo de Sylvain Levy em sua vida. O criador do conteúdo explica que sofreu “uma onda de assédio sem precedentes contra [ses] entes queridos e [lui]“Ele não conseguiu retomar sua atividade.”Tive que postar um último vídeo para falar do maior projeto da minha vida. Ainda não tive coragem. Fico apavorado toda vez que posto algo real ou uma história. Achei que iria me acostumar com esse ódio como você se acostuma com tudo. Bem, não. Eu não posso fazer isso“, declarou ele. Pierre Chabrier sente”encurralado“porque a cada nova publicação ele sofre uma nova onda de assédio.”Você acha que me conhece, mas não me conhece, isso é uma desvantagem para mim. Você acha que conhece Sylvain, mas não o conhece. Funciona a seu favor“, acrescenta.
Pierre Chabrier quer enviar uma mensagem aos seus detratores
No final da sua longa mensagem, Pierre Chabrier quer sobretudo enviar uma mensagem: “Não tenho nenhum problema com o fato de você não gostar do meu rosto, da minha voz ou mesmo do meu conteúdo. […] Não estou interessado no meu número de assinantes, mas muito mais em ter uma comunidade saudável. Essa conta não é uma liberação, quero poder continuar criando conteúdo para meu prazer e de pessoas que tenham interesse sem me deparar com violência gratuita nos comentários“, concluiu.