O recinto era familiar para ele. Marco Rubio passou uma manhã confortável na quarta-feira, 28 de janeiro, durante sua audiência perante a Comissão de Relações Exteriores do Senado, onde atuou por quatorze anos. O Secretário de Estado – também Conselheiro de Segurança Nacional – não realizava o exercício há muito tempo. A administração Trump recusa-se a prestar contas ao Congresso nas questões mais sensíveis da política externa, despojando-o mesmo de certas prerrogativas, como as tarifas alfandegárias. Marco Rubio, no entanto, apresentou um rosto conciliador e cortês aos senadores. Embora quase não tenha havido discussão sobre a China ou a Rússia, e pouco sobre o Médio Oriente, a Venezuela ocupou um lugar central nas discussões.
O Secretário de Estado pintou o quadro de um país em transição, saudando a “muito progresso” realizado em poucas semanas, desde o sequestro de Nicolás Maduro em 3 de janeiro. Ele pediu paciência durante esta fase de transição, para que todos os componentes da sociedade civil e do espectro político possam ser reintegrados na discussão nacional.. “Não é um jantar congelado que você coloca no micro-ondas e está pronto para comer dois minutos e meio depois”ele percebeu.
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