As negociações anuais obrigatórias de aumentos para os 14 mil colaboradores da base social comum da TotalEnergies (dos 35 mil colaboradores do grupo, com as subsidiárias) terminaram em desacordo no dia 20 de janeiro. Favoráveis à proposta da administração, a CFDT e o sindicato independente CAT não tiveram a representatividade necessária para ratificá-la, enquanto a CFE-CGC (1er sindicato representativo) e a CGT recusou-se a assinar.
“A razão para isso é muito simples: o que foi proposto não condiz com os excelentes resultados da empresa e é totalmente desproporcional ao retorno que será dado aos acionistas”, explica Dominique Convert, coordenador CFE-CGC da TotalEnergies, que assinou o acordo no ano passado.
Embora os resultados do grupo para 2025 devam ser publicados em 11 de fevereiro, a petrolífera obteve 10,2 mil milhões de dólares (8,5 mil milhões de euros) em lucros nos primeiros nove meses do ano (queda de 13% em termos homólogos). Também já foram pagos três dividendos intermediários aos acionistas, cuja remuneração para 2025 aumentará 7,6% em relação a 2024.
Você ainda tem 68,99% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.