Na saída do departamento de toxicodependência do hospital Paul-Brousse em Villejuif (Val-de-Marne), a ministra responsável pela tecnologia digital, Anne Le Hénanff, a sua homóloga da saúde, Stéphanie Rist, e a deputada (Renascença) de Marne Laure Miller mostraram a sua coesão perante os jornalistas, quinta-feira, 22 de janeiro. O grupo la République (EPR), que visa nomeadamente proibir as redes sociais a menores de 15 anos, deve ser debatido, segunda-feira, 26 de janeiro, no Palais-Bourbon. “Apoiarei o texto quando estiver na Câmara na segunda-feira”, declara Anne Le Hénanff.

Esta unidade demonstrada nem sempre foi óbvia. Já se passaram várias semanas desde que ocorreu um impasse indireto, não entre eles, mas entre a comitiva do Presidente da República e Gabriel Attal, secretário-geral da Renascença e presidente do grupo na Assembleia Nacional, para contestar a autoria da iniciativa. Embora o ex-primeiro-ministro de Emmanuel Macron, em desacordo com ele desde a dissolução de junho de 2024, tenha levantado a questão da proteção de menores online desde a sua passagem pelo Ministério da Educação, em 2023, o Eliseu nunca deixou de lembrar que o Chefe de Estado tem defendido a ideia desde que lançou “o apelo de Paris à confiança e segurança no ciberespaço”em novembro de 2018.

Você ainda tem 79,36% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.

Fonte

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *