Funcionários do banco Société Générale, numa agência em Nantes (Loire-Atlantique), 4 de julho de 2024.

Depois de um ano de 2025 marcado pela alteração das regras do teletrabalho, agora limitado a um dia por semana, e pela negociação de um novo acordo-quadro sobre o emprego, a Société Générale pretende continuar a sua reorganização em 2026. O grupo bancário anunciou, quinta-feira, 22 de janeiro, a sua intenção de eliminar 1.800 postos de trabalho em França, de um total de cerca de 40.000.

As reduções de postos de trabalho deverão ser repartidas por pelo menos dois anos, sem que o grupo tenha de recorrer a saídas forçadas ou a um plano de saída voluntária, apostando, portanto, no desgaste natural, essencialmente na não substituição dos que se reformam, e na mobilidade interna.

Confirmando a informação publicada quarta-feira, 21 de janeiro, pela CGT após uma reunião com Alexis Kohler, o ex-secretário-geral da Presidência da República que se tornou vice-diretor-geral do grupo em junho de 2025, o banco com o logótipo vermelho e preto explica em comunicado que quer “simplificar seus métodos operacionais e torná-los mais eficientes, mais capacitadores e mais ágeis”. Esta reorganização afetará tanto a sede em La Défense (Hauts-de-Seine) como as atividades bancárias de varejo na região, sem, no entanto, afetar a rede de agências.

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