Nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, às 21h, Arte transmite Coração Louco, drama de Scott Cooper conduzido pelo excelente Jeff Bridges. Mas em qual livro o filme é inspirado?

Na vida amamos os vencedores, aqueles que levam a luz e que colhem honras. No cinema também, mas não só: os magníficos perdedores, inglórios mas cativantes, inspiram bons cenários. É fácil amar James Bond, Rocky e outros heróis carismáticos de grande sucesso, mas talvez seja ainda mais interessante se apegar aos eternos perdedores como Andy em 40 anos, ainda virgem ou a equipe de braços quebradosUma tarde de cachorro. Sem esquecer o mais icônico de todos, o Dude of O Grande Lebowski, encarnado por Jeff Pontes. E obviamente o ator gosta desse tipo de personagem, já que também o encontramos em Coração Loucoque a Arte transmite nesta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, às 21h, onde retrata de forma brilhante um foi música sertaneja.

Coração Louco : uma história de redenção contada por um inspirado Jeff Bridges

Bad Blake, ex-astro country, está agora longe de seu apogeu. Alcoólatra, solitário e desgastado, ele sobrevive graças a alguns shows em bares decadentes e às lembranças de sucessos passados, enquanto seu antigo protegido triunfa, dando-lhe cruelmente a imagem do que ele não é mais. Enquanto está em Santa Fé para um show, o músico é entrevistado por Jean, jornalista local interpretada por Maggie Gyllenhaal. O início de uma história de amor entre a artista agredida pela vida e a jovem que cria sozinha o seu filho… A bela atuação de Jeff Bridges, que encarna o nosso anti-herói, carregado pela música, o coração pulsante do filme, faz com que Coração Louco uma história de redenção em que as emoções emergem sem esforço. Muito mais do que no romance homônimo de Thomas Cobb, no qual o filme se inspira.

Coração Louco : quais são as diferenças entre o filme e o livro?

Publicado em 1987, o livro retrata um Bad Blake muito mais sombrio, em plena autodestruição, onde o filme conta a história de um homem tentando se reconstruir. O mesmo vale para a personagem Jean, menos idealizada, e para o relacionamento deles, mais frágil, mais ambíguo, às vezes até decepcionante. Uma visão dura que o diretor Scott Cooper optou por suavizar. Com razão? De qualquer forma, o filme voltou do Oscar com dois prêmios, um para Jeff Bridges e outro para a canção original.

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