Estávamos todos esperando pela versão longa da China, o Modelo Y L. Finalmente, a Tesla está jogando a carta da reciclagem. O Modelo Y 7 lugares retorna aos Estados Unidos na versão 2026.

Esperávamos uma revolução por parte de Xangai, temos direito a um ajustamento pragmático por parte do Texas. Enquanto os rumores cresciam em torno de um Modelo YL (a versão estendida de 6 lugares vendida na China), a Tesla decidiu relançar sua configuração clássica com 7 lugares no mercado americano.

Não é apenas o retorno de uma opção. A Tesla aproveita para corrigir alguns defeitos estéticos e técnicos do seu best-seller, com novidades que, esperamos, atravessem o Atlântico rapidamente.

7 lugares, mas ainda sem milagres

A opção é cobrada US$ 2.500 (cerca de 2.300 euros sem impostos). Está disponível apenas na versão Tração integral de longa autonomia (Prêmio).

O problema? É fisicamente o mesmo veículo. Ao contrário do modelo chinês que venceu Distância entre eixos de 15 cmeste Modelo Y americano mantém as dimensões atuais. Concretamente, a terceira fila continua a ser uma solução de resolução de problemas ou um castigo para os seus amigos altos.

O espaço para as pernas é fundamental e o espaço para a cabeça é limitado pelo formato cupê do SUV. Basicamente, é para crianças e para viagens curtas. Se você esperava o conforto das “Captain Chairs” do modelo chinês, terá que esperar. Elon Musk também alertou: o Modelo YL não está planejado nos EUA antes do final de 2026, ou nunca.

A tela e o estilo: a verdadeira novidade

É aqui que tudo se torna interessante para nós, europeus. A Tesla aproveitou esta atualização para harmonizar a sua gama “Premium”.

Primeiro, a tela. Até agora reservado às versões Performance ou ao mercado chinês, o novo Tela central de 16 polegadas chega em todas as versões Premium. Maior, melhor resolução, bordas mais finas.

Para ir mais longe
Tesla atualiza o Modelo Y: tela de 16 polegadas e interior preto para todos, bem, quase

Depois, a atmosfera. Finalmente. Tesla está abandonando este teto cinza claro que às vezes entra em conflito com os interiores escuros. A partir de agora, o forro do teto é preto. Parece anedótico, mas em termos de qualidade percebida é um salto imediato. O interior é mais “casulo”, mais sofisticado e menos “carro alugado”.

Para descobrir em nosso teste Vincent

Os acabamentos exteriores seguem a mesma lógica do “Modo Escuro”:

  • jantes de 20 polegadas Cinza Escuro (em vez de prata)
  • Distintivos e emblemas preto fosco (adeus cromo)

Por enquanto, essas mudanças estão limitadas ao configurador americano. Mas a história ensinou-nos: o que acontece na casa do Tio Sam (ou em Xangai) muitas vezes acaba em Berlim.

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